terça-feira, Abril 15, 2014

COMEMORAÇÕES DO VINTE E CINCO DE ABRIL


A autarquia da terra albicastrense, resolveu apostar em força nas comemorações dos 40 anos sobre o 25 de Abril, iniciativa que só pode ter o apoio deste albicastrense e (com certeza) de muitos e muitos outros. 
A quem visitar este blogue, só posso mesmo pedir que não deixe de participar nestas ou noutras comemorações, pois o momento é de participação e não de ficar a olhar para o dia de S. Nunca à Tarde.
Todavia, fazendo das palavras do rabugento Companhia as minhas, não posso deixar de colocar uma questão:

Quarenta anos para colocar na toponímia da terra albicastrense, uma placa comemorativa sobre o 25 de Abril !..
Como foi possível que durante quarenta anos, ninguém se preocupasse com tal homenagem, quando os nomes de certas pessoas estão espalhados por tudo o que é parede, no nosso distrito?

Responda quem quiser ou souber, pois eu fiquei sem palavras para comentar tal desleixar...
O Albicastrense

segunda-feira, Abril 14, 2014

CASTELO BRANCO - 2014 (2)

 PRIMAVERA NA
TERRA ALBICASTRENSE
Imagem captada hoje, para os muitos albicastrenses espalhados por todo o mundo.

O Albicastrense

sexta-feira, Abril 11, 2014

UM VELHO PALACETE CENTENÁRIA



As imagens que ilustram este “poust”, mostram um velho palacete da terra albicastrense com mais de um século de existência, palacete que foi deixado ao abandono durante muitos anos, mas que felizmente agora foi recuperado.
Tal como aqui tinha denunciado o abandono do velho palacete, cabe-me agora o dever de anunciar a boa nova.
A nova imagem do palacete, é agora a de uma moradia que irradia esperança, esperança que deveria alastrar-se a toda a zona histórica da terra albicastrense, pois só assim, ela deixará de ser um cemitério de almas penadas e passará a seu um local onde a história e a vida, podem caminhar lado a lado de mãos dadas.
Aos responsáveis pela recuperação do velho palacete, este albicastrense só pode mesmo dizer: Bom trabalho meus senhores”.
O Albicastrense

terça-feira, Abril 08, 2014

VELHAS CAPELAS DA TERRA ALBICASTRENSE

CAPELA DE NOSSA SENHORA DA AJUDA
(Rua dos Ferreiros)
(Esta ainda existe! Todavia, é como se não existisse...)

Construída no Século XVIII, a Capela da Nossa Senhora da Ajuda apresenta uma elegante frontaria ao estilo barroco e terá (?) sido mandada construir pela família Pina de Carvalho Freire Falcão, mais tarde terá sido adquirida pela Família Tavares Proença, cujos os herdeiros mais tarde a venderam a D. Ana Maria Teixeira Gordino (1).
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Em setembro de 2008, publiquei um “poust” sobre a capela da Nossa S. da Ajuda, “poust” onde apelava aos responsáveis autárquicos da terra albicastrense, para a necessidade de recuperar esta velha capela.
Aproveitando o facto de estar a relembrar antigas capelas da terra albicastrense e, tendo em conta que nada se alterou no que diz respeito à velha capela, volto de novo a colocar neste blog, (agora aos novos responsáveis autárquicos) a seguinte questão:
Seis anos após ter divulgado este triste caso e nada ter acontecido, não terá chegado a hora de algo ser feito para recuperar a bonita capela?
A reparação das ruas da nossa zona histórica, foi sem qualquer dúvida um passo em diante, contudo, de que nos vale ter boas ruas se tudo o resto está como está !...
As pequenas capelas são hoje coisa raríssima na terra albicastrense, a sua recuperação seria com certeza uma mais valia para a respectiva zona e uma grande alegria para os albicastrenses, a sua recuperação podia incluí-la no roteiro turístico à referida zona histórica.
Será necessário fazer um peditório em Castelo Branco,
para recuperar a capela de Nossa Senhora da Ajuda?

(1). Recolha de dados: “Castelo Branco Na História e na Arte da autoria de Manuel Tavares Dos Santos (1958).
O Albicastrense

sábado, Abril 05, 2014

EUGÉNIA LIMA


UMA MULHER DA BEIRA
(1926-2014)
No dia do seu falecimento, nada melhor que relembrar aqui dois “poust” sobre ela. 
Nesta casa nasceu a 29 de Março de 1926, aquela que viria a ficar conhecida como umas das melhores acordeonistas de sempre em todo o mundo. Ao passar pela rua do Espírito Santo, (também conhecida por rua do Valente Maluco), e ao olhar para a placa que na fachada da casa, assinala esse facto, pensei para comigo próprio, em como os albicastrenses podem ser madrastas para com os seus conterrâneos mais conhecidos por esse mundo.
Noutra qualquer terra destes país, não tenho qualquer dúvida em como esta casa, estaria à muito, transformada em casa Museu Eugénia Lima.
Oitenta e um anos depois do nascimento desta grande artista, penso ter chegado o momento dos albicastrenses exigirem a si próprios e à sua autarquia, a possibilidade de tal ser possível enquanto a artista está entre nós.
Senhor presidente da câmara Municipal de Castelo Branco tenho-o por pessoa interessada, por estas causas, tal iniciativa seria acima de tudo uma justa homenagem a quem muito divulgou a nossa cidade por esse mundo fora, pois falar em Eugénia Lima é falar em Castelo Branco e na Beira Baixa. (Publicado em agosto 2006).
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"MIÚDA DE CASTELO BRANCO" 
Dando continuidade ao prometido, vou hoje apresentar outro grande albicastrense, neste caso, uma albicastrense. Não fiz até à presente data, qualquer comentário sobre as personalidades aqui apresentadas, hoje, gostaria de desejar a esta grande mulher, muitos e muitos anos de vida.
Aos quatro anos, o pai deu-lhe um pequeno acordeão, diz Eugénia Lima: “Comecei a tocar com quatro anos. O meu pai era afinador de acordeões, e como tinha muitos instrumentos desses lá em casa comecei a brincar com eles, e mais tarde a tocar, foi amor à primeira vista”. Hoje, a acordeonista é uma das melhores intérpretes mundiais. Nasceu em Castelo Branco, em Abril de 1926. Diplomada com o Curso Superior de Acordeão na categoria de Professora pelo Conservatório de Acordeão de Paris. Iniciou-se no Teatro Vaz Preto, em Castelo Branco, aos quatro anos de idade. O ciclo de actuações por toda a Beira Baixa valeu-lhe o epíteto de "Miúda de Castelo Branco" Estreou-se no Teatro Variedades na revista "Peixe Espada". Actuou em diversas casas de espectáculo em Portugal e no estrangeiro.
Fez digressões pela Europa e África, actuou na Televisão portuguesa e em diversas televisões estrangeiras. Escreve melodias para vários artistas consagrados. Tem numerosos discos gravados. Foi fundadora da "Orquestra Típica Albicastrense".
O seu nome figura no Dicionário Mundial de Mulheres Notáveis de Américo Lopes de Oliveira e Mário Gonçalves Viana. É Cooperadora da SPA desde Maio de 1977. (Publicado em agosto de 2007).
O Albicastrense

quinta-feira, Abril 03, 2014

CASTELO BRANCO - 2014

 PRIMAVERA NA
TERRA ALBICASTRENSE


Imagem captada hoje, para os muitos albicastrenses espalhados por todo o mundo.

O Albicastrense

segunda-feira, Março 31, 2014

EXPOSIÇÃO - “IMAGENS FRESQUINAS”








CONVITE
Convido todos os visitantes deste Blog, a visitarem a minha exposição de fotografia no Café Aviz.
Vá ao Café Aviz beber um café ou almoçar, (o almoço é servido em conta) e veja algumas imagens da terra albicastrense. Desde já, o meu bem-haja pela visita.
O Albicastrense