domingo, fevereiro 19, 2017

UM BONITO LOCAL EMPORCALHADO




     VANDALISMO




As imagens aqui postadas dizem respeito a um bonito local da terra albicastrense, sítio que foi requalificado há alguns anos.
Para quem não conseguir localizar o local, aqui vai uma ajuda: fica no início da rua de Santa Maria, quando se entra na referida rua, pelo largo do Espírito Santo.
Fui lá captar algumas imagens e encontrei o local como se pode ver nas imagens. Palavra que este albicastrense não consegue compreender que haja gente que sinta prazer em fazer esta “merda”, num local que é de todos nós, (desculpem a palavra).
Se me fosse possível pedir um desejo, confesso que pedia que quando um qualquer imbecil estivesse a fazer esta porcaria, lhe caísse de imediato o braço.
Terminava apelando às autoridades da terra albicastrense, para fazerem uma maior vigilância nestes locais.
O Albicastrense

quinta-feira, fevereiro 16, 2017

CRÓNICAS DO QUINTAL DOS MARRECOS - (XI)

O COFRE GERAL DAS MASSAROCAS
Alguns dos marrecos políticos do quintal marrecal andam completamente desnorteados, o motivo de tal desorientação prende-se com a disputa sobre o cofre público das massarocas, C.G.M. (Cofre Geral Das Massarocas).
No parlamento marrécal, foi nomeado um grupo de marrecos parlamentares, para deslindar este funesto caso.

Segundo a oposição marrecal, o responsável-mor pelas massarocas do quintal é um marreco sem palavra, pois nega hoje o que prometeu ontem, argumentando de seguida, que o mesmo devia ser afugentado do tacho que ocupa.
O marreco em causa nega tal acusação, alegando que os invejosos do costume, ciumentos do bom trabalho desenvolvido por ele estão a querer roer-lhe os ossos das partes baixas.

O marreco primeiro veio a publico atestar solidariedade para como o seu dependente, declarando, que tem afoiteza ao marreco Mileno, (perdão! Centeno…) e que o mesmo vai continuar onde está, e que ninguém o desaloja da incumbência que desempenha. 

O marreco Presidente, (que nestas coisas, nunca fica caladinho) afirmou que o marreco Centeno não se pode abater, por “estreito interesse nacional”.

O Zé Larachas que em assuntos tão delicados nunca fica caladinho, declarou na Tasca do Manel Bochechas, que os contestatários ao atual chefe dos depósitos dos marrecos, estão todos passados dos pirolitos.

A Maria Boca Larga que em assuntos tão sérios não gosta de ficar atrás do Zé Larachas, propôs de imediato a nomeação de um grupinho de freguesas da tasca, para investigar tão grande cagada, alegando, que perante tal borrada, se corre o risco de ali começar a cheirar ainda pior do que é habitual. 
A respetiva proposta, foi aprovada por aclamação e com direito a uma rodada de copos de três, com  todos os presentes a levarem os copos aos beiços.

Aguarda-se agora, que num prazo sem prazo, os dois afamados militantes da copofonia, possam desatar os nós desta pobre e triste novela, enredo que muito entusiasma quem está fora do tacho, mas que muita lama atira sobre o Cofre Geral Das Massarocas.
                                                  O Albicastrense

segunda-feira, fevereiro 13, 2017

ROTUNDAS DA TERRA ALBICASTRENSE

O BORDADO DE CASTELO BRANCO 
NAS 
ROTUNDAS DA CIDADE

 AS MAIS  BELAS
                                                        ROTUNDAS

DA
 TERRA ALBICASTRENSE
 O Albicastrense

quarta-feira, fevereiro 08, 2017

ENCICLOPÉDIA ALBICASTRENSE - (XX)



Manuel da Paiva Pessoa defendeu na Revista das Beiras publicada em 1921, a hipótese da Castra Leuca, artigo Subordinado ao título: "Antiguidades e origem de Castelo Branco", que pode ler a seguir.

A relação entre os nomes de Castra Leuca e Castelo Branco (Castra, acampamento, plural de castrum e Leuca em que se leu o plural do adjetivo grego Leukas, branco), levou a erudição setecentista a estabelecer para a velha cidade romana e para a vila medieval dos Templários a identidade topográfica que lhe indicava a tradução, embora a geografia antiga localize a referida cidade entre o Tejo e o Guadiana”. 
Castelo Branco, Cidade”, do Dr. Hipólito Raposo. Edição, da Subcomissão de Propaganda do IV Congresso Beirão, 1929
                                         O Albicastrense

domingo, fevereiro 05, 2017

CHAFARIZ DE S. MARCOS

Muitas foram as vezes que já me pronunciei neste blogue, sobre o deplorável estado em que se encontra o velho chafariz de S. Marcos, lamentos a quem ninguém ligou patavina.
Como sou albicastrense e tenho pela terra onde nasci, um amor da dimensão do mundo, por não conseguir compreender este perverso deixa andar, por não acreditar que os albicastrenses não se indignem com o desleixo do velho chafariz. 
Este albicastrense de 66 anos, nascido e criado em Castelo Branco, diz não ao perverso e miserável estado em que se encontra o velho
 Chafariz de S. Marcos.
Eu não esmolo para o largo de S. Marcos, uma qualquer requalificação, mas, que pelo menos, os muros do velho chafariz sejam reparados e pintados, para que ele possa apresentar alguma nobreza.
(Veja-se a diferença entre o estado lastimoso em
que está, e um simples arranjo de muros).
(PS). Se fosse possível fazer ao velho chafariz, o que fiz com a sua imagem, confesso, que pela noite dentro, convidava um grupo de albicastrenses para lhe fazermos o mesmo. 
                                               O Albicastrense

terça-feira, janeiro 31, 2017

A ANTIGA TASCA DO PONSUL

 UM SÍTIO ONDE MORA A MÁGOA


Quando da publicação do poste sobre as memórias do blogue, poste sobre a antiga Tasca da “Ti Amélia”, alguém deixou uma pergunta no meu facebook: Como está atualmente o local?”.
A pergunta despertou-me o interesse e hoje fui até lá. Confesso que preferia não ter ido, pois o local está uma autêntica calamidade, (como se pode ver nas imagens aqui postadas).
Se a tristeza matasse, este albicastrense não estaria a bater nas teclas do computa neste momento, pois, ao ver o abandono estabelecido por ali, a tristeza apoderou-se de mim e confesso, que algumas lágrimas se soltaram dos meus olhos. 

A antiga tasca está em ruínas, a velha ponte em ruínas está, a estrada que nos leva até lá, parece uma peneira.

Como é possível que não tendo a terra albicastrense um local como aquele para saborear, se dêem ao luxo de desprezar um espaço que bem podia ser uma atracção para os albicastrenses e para quem nos visita?



Responda quem poder e quiser, (pois eu, talvez por ter muitas e boas memórias do local), não consigo perceber o desleixo e a burrice a que
 o local     
foi destinado. 



Albicastrense


segunda-feira, janeiro 30, 2017

MEMÓRIAS DO BLOGUE – (I)


Em Agosto de 2006 postei neste blogue, um poste sobra a tasca do Ponsul, publicação a que dei o nome de: “A Tasca da Ti Amélia”. 
Onze anos depois, verifico que a referida publicação terá sido uma das mais visitadas do blogue, (mais de 2.000 visitas)
Em memória de quem já não está entre nós e da antiga Tasca do Ponsul, aqui fica de novo o referido poste. 

AGOSTO DE 2006
A TASCA DA “TI AMÉLIA”
(UMA TASCA COM CERCA DE 100 ANOS, À BEIRA DO FIM) 
Estive este fim-de-semana na tasca da “Ti Amélia”, também conhecida por Tasca do Ponsul.
Conversei com a “Ti Amélia”, (esposa do “Ti Rodrigues”), antigo proprietário (já falecido), que em poucas palavras me contou um pouco da história desta tasquinha.
Segundo ela, a referida tasca foi construída por um individuo, natural de Malpica do Tejo, no início do Século XX.
Após alguns anos a explorar o estabelecimento, trocou-o por umas terras situadas perto de Malpica do Tejo com o “Ti Humberto”, (Pai do Ti’ Rodrigues) que após a sua morte a deixou ao filho. 
A tasca da “Ti Amélia”, também conhecida por tasca do “Ti Rodrigues”, situada perto da antiga ponte do Ponsul, tinha como petisco principal, (e único), a famosa miga de peixe, sempre acompanhada por peixe frito. 

A miga era feita com peixe apanhado no rio Ponsul, rio, que passa a meia dúzia de metros da casa. Com a morte do "Ti Rodrigues" e a construção da barragem Espanhola, (que deu cabo da água do rio), lá se foram as famosas migas. 

Confesso, que tenho muitas saudades
das migas da tasca do Ponsul!

Para quem como eu ali saboreou as referidas migas, aqui ficam algumas imagens captadas na casa, porém, sem qualquer sabor ou cheiro da famosa miga.
O Albicastrense