sexta-feira, janeiro 29, 2016

ANTIGAS IMAGENS DE CASTELO BRANCO

 PARQUE DA MINHA INFÂNCIA
                                                                 
       EXPOSIÇÃO
       
       ANTIGO PARQUE
                  DE
              TERRA 
ALBICASTRENSE
        

 
 O Albicastrense 

domingo, janeiro 24, 2016

NÃO DÁ PARA ACREDITAR

 NÃO DÁ, NÃO DÁ, NÃO DÁ…

“…A casa diz que não dá
Não dá, não dá, não dá
E ela diz que não dá
Não dá, não dá, não dá…”
(Adaptação dos D.A.M.A.)

A casa que podemos ver numa das imagens registada neste post, (Rua dos Ferreiros), foi recuperada pela autarquia albicastrense em 2015, - recuperação a que este albicastrense na devida altura deu o devido destaque.
Ontem ao passar na referira rua e ao olhar para a dita casa, não pude deixar de matutar “Com é possível que depois da boa recuperação feita nesta casa, o embelezamento final da casa tenha ficado nesta deplorável condição?”

- Será que os fios e o resto do tubo da antiga caleira que estão ainda agarrados à antiga muralha da terra albicastrense, ficaram lá para decorar a parede e ornamentar a belíssima inscrição ali existente?

Palavra que este albicastrense não consegue entender que se tenha gasto uma pipa de massa na recuperação desta velha casa, e depois, se esqueçam de detalhes como estes.
Aos responsáveis da autarquia da terra albicastrense, só posso mesmo recordar que, situações como esta, só borram o bom trabalho feito na recuperação das casas.
Meus amigos situações como esta, são completamente inadmissíveis! O quadro que fica para quem por ali passa, é de uma pintura onde o pintor parece não ter acabado o quadro por falta de imaginação e de tintas para finalização da obra.
O Albicastrense

sexta-feira, janeiro 22, 2016

segunda-feira, janeiro 18, 2016

ENCICLOPÉDIA ALBICASTRENSE - (XVII)


 Com a passagem do nosso museu para a alçada da Câmara Municipal em 2015, e tendo em conta que em 2016 se celebra o centenário da morte de Francisco Tavares Proença Júnior, não podia deixar de postar neste blog a notícia encontrada por mim no antigo Notícias da Beira”, sobre a sua morte (1).  

FRANCISCO TAVARES PROENÇA JÚNIOR
1 de Julho de 1883 / 24 de Setembro de 1916

Da Suíça, chegou esta semana à estação desta cidade, sendo removido para a Sé, onde se conservou até sábado o cadáver do Sr. Francisco Tavares Proença Júnior, filho do abastado proprietário desta cidade, Sr. Tavares Proença. No enterro, que foi religioso, incorporaram-se muitas pessoas da cidade e de outros pontos do distrito.
Foi oferecido uma coroa pela Câmara, deliberando a mesma dar o nome de Francisco Tavares Proença Júnior ao Museu Municipal.
(1)     O jornal “Notícias da Beira” publicou-se entre 1914 e 1921.
O Albicastrense

sexta-feira, janeiro 15, 2016

ENCICLOPÉDIA ALBICASTRENSE - XVI

ALBICASTRENSES DE OUTROS TEMPOS 
Registos publicados na revista "Estudos de Castelo Branco",  na década de 60.                           
                                           O Albicastrense

domingo, janeiro 10, 2016

ALBICASTRENSES ILUSTRES XXXII

JOSÉ GERMANO DA CUNHA
Nasceu em castelo Branco em 1839 e faleceu em 1903 no Fundão, localidade que adotou do coração, na qual viveu a maior parte da sua vida e a qual lhe ficou a dever iniciativas e melhoramentos, com reflexos principalmente, na Santa Casa da Misericórdia, no Casino Fundanense (que ostentava na fachada um medalhão com a sua efigie).
De muito novo que começou a colaborar, em prosa e versos, em jornais, tendo sido o fundador dos periódicos, Apostolo da Verdade (1870),  Jornal do Fundão (1898) e Unhais da Serra (1900).
Investigador da história regional, escreveu: Notícia histórica da Santa Casa da Misericórdia do Fundão (1870), A propósito da “Monografia de Castelo Branco” (1891), texto que completa, em alguns espetos, o livro sobre Castelo Branco e da autoria de António Roxo. 
Apontamento para a história do Fundão (1892), Jornalismo no distrito de Castelo Branco (1893), O Conselheiro de Estado José Silvestre Ribeiro (1893), Alguma da sua produção poética surge reunida em Fotografias (que teve 2ª edição em 1893 e cujo o conteúdo, de natureza sátira, se insere na linha antiquíssima da poesia portuguesa voltada para o humor) e  Entre sombras (1903), conjunto de poemas trespassado por delicada entoação que repercute o mistério da vida e da morte. 
José Germano da Cunha publicou, ainda, em 1866, um curioso livro a que chamou a Torre dos Namorados.

Lição aos mestres
Estavam numa janela juntos seis doutores
fumando e conversando alegremente,
enquanto o pobre o mísero doente
passava as horas a gemer com dores.

Enfadaram-se, enfim, estes senhores,
e começou o medico assistente,
com palavrões que metem susto à gente,
a contar da doença os pormenores.

“O que ele tem é água na barriga,
disse afinal. Mas a criada antiga,
que os espreitava, a medo entra na sala

e diz… Perdoe, senhor, a minha fala…´
Água não pode ser… O sor Godinho
há trinta anos não bebe senão vinho…”
(Fotografias)
Recolha de dados: Autores nascidos no distrito de Castelo Branco (seculo XV a 1908)”, da autoria de António Salvado
O Albicastrense

quinta-feira, janeiro 07, 2016

CARTAS DE PERDÃO MANUELINAS – (VI)

Diogo Mendes, morador na vila de Castelo Branco. Andando o suplicante um dia aos tordos nos olivais abaixo de Porta de Santiago com um seu cunhado, trazendo uma bestam um Diogo de Goes, seu inimigo e outros morador na mesma vila, se fora contra a fonte que era daquela parte a passara duas outras vezes por onde ande ele andava sem ter lá que fazer.
E por isso o Diogo de Goes o ter saltado com dois homens e o haver injuriado á sua vontade, como quisera, vendo ele como ele vinha para ali onde o suplicante estava sobre tenção por o assim ter injuriado, se não pudera ter e, tanto que se fora o tido seu cunhado, se lançara a ele abaixo da dita porta e lhe tirara com a besta uma seta que nele tinha, trazendo já a dita besta armada com a dita seta, sem mais outra alguma arma, somente a dita com que às vezes jogava a barreira e lhe dera com a dita seta uma “rascadurazinha”  muito pequena de que não houve mester nenhuma cousa, nem cura, pela qual razão Diogo de Goes querelara ás justiças régias, dizendo que lhe fizera de propósito e rixa velha e revindicta.
E se amorara, e andando amorado houvera perdão do quereloso por um instrumento público de perdão que enviou e recontava ser feito por Gonçalves Travassos, público tabelião em Castelo Branco, aos 7 de Março de 1499, no qual Diogo de Goes lhe perdoava todo o mal, dano e injuria que lhe fora feita e não o queria acusar nem demandar.

O rei perdoou-lhe contando que fosse servir um ano para a cidade de Ceuta, em Africa, e desse por fiança de duzentos cruzados, a qual logo satisfez como se via de uma certidão de Tomé Lopes, seu escuteiro e escrivão das finanças por especial mandado, feito e assinado aos 26 de Maio de 1501.
E que o suplicante nos dois meses primeiros seguintes da data da carta se apresentasse na dita cidade ao capitão que nela estivesse e se fizesse inscrever no livro dos homiziados. 
E a carta e os dois meses lhe eram dados para aderençar a sua fazenda e andar nos seus reinos e senhorios sem lhe ser feito nenhum desaguisado.
Data em Lisboa, 1501, Maio, 26
(chnc. De D. Manuel. Lº 45, fls, 105 v)

PS. O texto está escrito tal como foi publicado por Fernando Portugal, na revista; "Estudos de Castelo Branco".
O Albicastrense

domingo, janeiro 03, 2016

ENCICLOPÉDIA ALBICASTRENSE - XV

ALBICASTRENSES DE OUTROS TEMPOS 

           
Registos publicados na revista "Estudos de Castelo Branco",  na década de 60.
                             
                       O Albicastrense

A RUA DA MINHA ESCOLA – (IX)

(ESCOLA DO BONFIM)                               O que sabemos nós da rua da nossa escola primária?    (Rua do Bonfim)         ...